
A integração de tecnologias no processo de ensino/aprendizagem é um percurso tanto natural quanto imperativo. A tecnologia permite a construção de estratégias inovadoras no ensino da Física e da Química, como a medição de intervalos de tempo muito curtos, a realização de medições de forma autónoma e remota, a automatização de registos, o uso de imagens de vídeo e a aplicação de tecnologias de comunicação. Além disso, os recentes avanços nos sistemas de inteligência artificial, como o ChatGPT, permitem ao docente ampliar os recursos disponíveis com um conhecimento mínimo de programação, numa lógica de utilizador. Tecnologias que anteriormente exigiam formação específica estão agora acessíveis em poucos minutos, abrindo um vasto leque de possibilidades, desde a criação de experiências para a sala de aula até ao desenvolvimento de projetos com os alunos.
É fundamental preparar os estudantes para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e futuro, conforme estabelecido no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), que destaca competências como o raciocínio e a resolução de problemas, o saber científico e tecnológico, e a criação de projetos e aplicações práticas em ambientes físicos e digitais, onde a programação desempenha um papel cada vez mais relevante. O uso da tecnologia abre ainda novos e muito interessantes veículos de comunicação, que permitem novas estratégias de ensino.
- Professor: Ana Carla Campos

A integração de tecnologias no processo de ensino/aprendizagem é um percurso tanto natural quanto imperativo. A tecnologia permite a construção de estratégias inovadoras no ensino da Física e da Química, como a medição de intervalos de tempo muito curtos, a realização de medições de forma autónoma e remota, a automatização de registos, o uso de imagens de vídeo e a aplicação de tecnologias de comunicação. Além disso, os recentes avanços nos sistemas de inteligência artificial, como o ChatGPT, permitem ao docente ampliar os recursos disponíveis com um conhecimento mínimo de programação, numa lógica de utilizador. Tecnologias que anteriormente exigiam formação específica estão agora acessíveis em poucos minutos, abrindo um vasto leque de possibilidades, desde a criação de experiências para a sala de aula até ao desenvolvimento de projetos com os alunos.
É fundamental preparar os estudantes para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e futuro, conforme estabelecido no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), que destaca competências como o raciocínio e a resolução de problemas, o saber científico e tecnológico, e a criação de projetos e aplicações práticas em ambientes físicos e digitais, onde a programação desempenha um papel cada vez mais relevante. O uso da tecnologia abre ainda novos e muito interessantes veículos de comunicação, que permitem novas estratégias de ensino.
- Professor: Maria Dionísio

- Professor: Ana Carla Campos
- Professor: Maria Dionísio
- Professor: Alina Louro

A integração de tecnologias no processo de ensino/aprendizagem é um percurso tanto natural quanto imperativo. A tecnologia permite a construção de estratégias inovadoras no ensino da Física e da Química, como a medição de intervalos de tempo muito curtos, a realização de medições de forma autónoma e remota, a automatização de registos, o uso de imagens de vídeo e a aplicação de tecnologias de comunicação. Além disso, os recentes avanços nos sistemas de inteligência artificial, como o ChatGPT, permitem ao docente ampliar os recursos disponíveis com um conhecimento mínimo de programação, numa lógica de utilizador. Tecnologias que anteriormente exigiam formação específica estão agora acessíveis em poucos minutos, abrindo um vasto leque de possibilidades, desde a criação de experiências para a sala de aula até ao desenvolvimento de projetos com os alunos.
É fundamental preparar os estudantes para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e futuro, conforme estabelecido no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), que destaca competências como o raciocínio e a resolução de problemas, o saber científico e tecnológico, e a criação de projetos e aplicações práticas em ambientes físicos e digitais, onde a programação desempenha um papel cada vez mais relevante. O uso da tecnologia abre ainda novos e muito interessantes veículos de comunicação, que permitem novas estratégias de ensino.
- Professor: Ana Carla Campos