
Esta ação de formação visa apoiar professores na integração do tema “Oceano” nos currículos nacionais, promovendo práticas pedagógicas ativas e alinhadas com as aprendizagens essenciais, dado o papel central do oceano na regulação do clima, na biodiversidade e no desenvolvimento sustentável. A exploração pedagógica deste tema constitui uma oportunidade privilegiada para trabalhar aprendizagens essenciais de forma contextualizada, interdisciplinar e cientificamente fundamentada.
Do ponto de vista pedagógico, o tema do oceano assume especial relevância por permitir a articulação transversal de saberes e a mobilização integrada de conhecimentos, capacidades e atitudes no quadro das Aprendizagens Essenciais e do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com efeito, trata-se de uma temática que favorece práticas de natureza interdisciplinar, potenciando o cruzamento entre áreas como as Ciências Naturais, a Físico-Química, a Biologia e Geologia, a Geografia, a Matemática, as Tecnologias de Informação e Comunicação e a componente de Cidadania e Desenvolvimento.
- Professor: Adelina Machado
- Professor: Ana Noronha
- Professor: Fatima Pinto
- Professor: Rita Silva

Local para apresentação dos participantes na ACD, troca de informação e entrega de trabalhos.
- Professor: Sergio Rodrigues

Esta é uma disciplina padrão as ser adaptada para cada formação.
- Professor: Ana Carla Campos

A integração de tecnologias no processo de ensino/aprendizagem é um percurso tanto natural quanto imperativo. A tecnologia permite a construção de estratégias inovadoras no ensino da Física e da Química, como a medição de intervalos de tempo muito curtos, a realização de medições de forma autónoma e remota, a automatização de registos, o uso de imagens de vídeo e a aplicação de tecnologias de comunicação. Além disso, os recentes avanços nos sistemas de inteligência artificial, como o ChatGPT, permitem ao docente ampliar os recursos disponíveis com um conhecimento mínimo de programação, numa lógica de utilizador. Tecnologias que anteriormente exigiam formação específica estão agora acessíveis em poucos minutos, abrindo um vasto leque de possibilidades, desde a criação de experiências para a sala de aula até ao desenvolvimento de projetos com os alunos.
É fundamental preparar os estudantes para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e futuro, conforme estabelecido no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), que destaca competências como o raciocínio e a resolução de problemas, o saber científico e tecnológico, e a criação de projetos e aplicações práticas em ambientes físicos e digitais, onde a programação desempenha um papel cada vez mais relevante. O uso da tecnologia abre ainda novos e muito interessantes veículos de comunicação, que permitem novas estratégias de ensino.
- Professor: Ana Carla Campos

A integração de tecnologias no processo de ensino/aprendizagem é um percurso tanto natural quanto imperativo. A tecnologia permite a construção de estratégias inovadoras no ensino da Física e da Química, como a medição de intervalos de tempo muito curtos, a realização de medições de forma autónoma e remota, a automatização de registos, o uso de imagens de vídeo e a aplicação de tecnologias de comunicação. Além disso, os recentes avanços nos sistemas de inteligência artificial, como o ChatGPT, permitem ao docente ampliar os recursos disponíveis com um conhecimento mínimo de programação, numa lógica de utilizador. Tecnologias que anteriormente exigiam formação específica estão agora acessíveis em poucos minutos, abrindo um vasto leque de possibilidades, desde a criação de experiências para a sala de aula até ao desenvolvimento de projetos com os alunos.
É fundamental preparar os estudantes para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e futuro, conforme estabelecido no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), que destaca competências como o raciocínio e a resolução de problemas, o saber científico e tecnológico, e a criação de projetos e aplicações práticas em ambientes físicos e digitais, onde a programação desempenha um papel cada vez mais relevante. O uso da tecnologia abre ainda novos e muito interessantes veículos de comunicação, que permitem novas estratégias de ensino.
- Professor: Maria Dionísio

A integração de tecnologias no processo de ensino/aprendizagem é um percurso tanto natural quanto imperativo. A tecnologia permite a construção de estratégias inovadoras no ensino da Física e da Química, como a medição de intervalos de tempo muito curtos, a realização de medições de forma autónoma e remota, a automatização de registos, o uso de imagens de vídeo e a aplicação de tecnologias de comunicação. Além disso, os recentes avanços nos sistemas de inteligência artificial, como o ChatGPT, permitem ao docente ampliar os recursos disponíveis com um conhecimento mínimo de programação, numa lógica de utilizador. Tecnologias que anteriormente exigiam formação específica estão agora acessíveis em poucos minutos, abrindo um vasto leque de possibilidades, desde a criação de experiências para a sala de aula até ao desenvolvimento de projetos com os alunos.
É fundamental preparar os estudantes para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo e futuro, conforme estabelecido no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PASEO), que destaca competências como o raciocínio e a resolução de problemas, o saber científico e tecnológico, e a criação de projetos e aplicações práticas em ambientes físicos e digitais, onde a programação desempenha um papel cada vez mais relevante. O uso da tecnologia abre ainda novos e muito interessantes veículos de comunicação, que permitem novas estratégias de ensino.
- Professor: Ana Carla Campos