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Oficinas

Oficinas

Elenco de oficinas por dia

sexta-feira (tarde)sábado (manhã)
Oficina 1 – “Astronomia Digital”
Sala:208
Oficina 1 – “Astronomia Digital”
Sala:208
Oficina 2 – “Truques Mágicos”
Sala:207
Oficina 2 – “Truques Mágicos”
Sala:207
Oficina 3 – “Impressão 3D”
Sala:210
Oficina 4 – “Soldadura Eletrónica”
Oficina 5 – “Sensores CASIO”
Sala:205
Oficina 6 – “TI STEAM Laboratórios LED”
Sala:205
Oficina 7 – “Scientix”
Sala:Sebastião da Gama
Oficina 8 – “Digital Literate
Sala:Sebastião da Gama
Oficina 9 – “RADLAB
Sala:209
Oficina 10 – “Plas2Nano”
Sala:204
Oficina 10 – “Plas2Nano”
Sala:204

Informações das Oficinas

Oficina 8 (sábado) – Digital Literate: Projeto de desenvolvimento de Literacia Digital 

Carlos Cunha

Carlos Cunha é licenciado em Engenharia Química, no Instituto Superior Técnico e tem mestrado em Física Laboratorial, História e Ensino da Física, pela Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade Nova de Lisboa. É professor desde o ano letivo 2089/90, lecionando Física e Química no Agrupamento de Escolas Sebastião da Gama, em Setúbal. É desde 2014 Microsoft Inovator Expert Educator e desde 2009 embaixador do projeto SCIENTIX, da European Schoolnet.

O projeto Digital Literate, desenvolvido pela Universidade de Vilnius, ao abrigo do programa ERASMUS+, pretende desenvolver nos professores a literacia digital em geral, a literacia na utilização otimizada da Inteligência Artificial (IA) em particular.

Conta com um site onde poderão ser encontrados recursos e um MOOC de introdução à utilização da IA para leigos. A ideia do projeto é desmistificar a utilização da IA na educação, antes potenciar a sua utilização para facilitar e otimizar o trabalho docente.

Material (facultativo):  Será desejável que os formandos possuam um PC ou um tablet com ligação à internet. 

Número máximo de formandos: 20

Oficina 10 (sexta e sábado) – Plas2Nano: Plástico PET transformado em novos materiais 

Ana Margarida Silva

Ana M. G. Silva é licenciada em Química, ramo Química Alimentar, e doutorada em Química pela Universidade de Aveiro (1997 e 2002, respetivamente). De 2007 a fevereiro de 2025, foi Investigadora no LAQV/REQUIMTE do Departamento de Química e Bioquímica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, integrando o grupo Síntese Molecular. Em fevereiro de 2025, assumiu a posição de Professora Auxiliar no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto. A sua área de investigação dedica-se à síntese de moléculas opticamente ativas, incluindo rodaminas e porfirinas, explorando as suas aplicações em medicina e ambiente. Contacto: ana.silva@icbas.up.pt | ORCID: 0000-0003-0393-1655

Mais de 12 milhões de toneladas de resíduos plásticos poluem os nossos oceanos anualmente, e este número pode triplicar até 2040 se não forem tomadas medidas urgentes. O poli(tereftalato de etileno) (PET), o quarto polímero mais produzido mundialmente, é um dos principais responsáveis por este problema, contribuindo significativamente para o desequilíbrio ecológico, alterações climáticas e perda de biodiversidade. Este resíduo é frequentemente encontrado degradado em praias e zonas costeiras, dificultando a sua reciclagem.
O projeto Plas2Nano propõe valorizar o PET mais degradado e descartado, convertendo-o em sensores óticos para deteção de poluentes em águas contaminadas. Através de processos químicos, o PET é transformado em substâncias mais simples, derivadas do ácido tereftálico, que são usadas para criar um kit didático de sensores. Estes sensores, ao entrarem em contacto com água contaminada, identificam poluentes como mercúrio, ferro, cobre, aminas e variações de pH, através de mudanças de cor e/ou fluorescência.
Através da investigação e desenvolvimento, o projeto Plas2Nano tem trabalhado na valorização de um contaminante ambiental — os resíduos de PET — transformando-o em novos materiais que irão servir para detetar contaminantes ambientais, alinhando-se ao conceito One Health, de forma a contribuir para a melhoria da saúde humana, animal e ambiental. Por meio da realização de palestras e oficinas interativas, este projeto oferece ainda um espaço de debate e discussão sobre os desafios ambientais associados ao uso de plásticos, explora soluções sustentáveis e promove a educação ambiental por meio da química.

Número máximo de formandos: 20

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