• 939 145 333
  • geral@appfq.pt
Formação
Oficina de Formação (50h)- Construção de testes de avaliação

Oficina de Formação (50h)- Construção de testes de avaliação

Título: Construção de testes de avaliação

Modalidade: Oficina de Formação

Formador: Carlos Alberto Freitas Portela

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-132866/24

Regime de Frequência: b-learning

Duração do trabalho autónomo: 25 h

Duração da componente em sessões  presenciais  conjuntas: 16 h

Duração da componente e-learning síncrona: 9 h

Duração (Total): 50 h

Destinatários: Professores do Grupo 510

Sessões presenciais:
Instituto Geofísico da Universidade do Porto, SERRA DO PILAR

Rua Rodrigues de Freitas, 418, 4430-211 Vila Nova de Gaia

O IGUP situa-se a 700 m (8 min a pé) da estação do metro Jardim do Morro e a 2,4 km da Estação de Comboios das Devesas (8 min de carro, 30 min a pé), e tem local para estacionamento de veículos.

Objetivos:

● Desenvolver uma avaliação adequada das documentos orientadores e à faixa etária dos alunos;
● Desenvolver estratégias de monitorização de aspetos científicos, pedagógicos, linguísticos e gráficos na conceção de testes de avaliação;
● Promover metodologias centradas no aluno e práticas de avaliação formativas.
● Incentivar práticas colaborativas entre professores;
● Promover a partilha de experiências e a reflexão sobre os materiais produzidos na ação de formação.

Conteúdos:
● Melhores desempenhos e maiores fragilidades: o que nos diz a avaliação externa;
● Critérios para a construção da matriz de um teste (conteúdos, competências, processos e domínios cognitivos);
● Critérios para a construção da informação-teste (objeto de avaliação, escala de avaliação, critérios gerais por tipologia de itens, material necessário e duração, …);
● Critérios para a construção de itens e testes de avaliação;
● Guiões de avaliação formativa (autoavaliação e heteroavaliação);
● Critérios específicos de classificação;
● Índices de dificuldade e de discriminação de um item de avaliação;
● Validade de um teste (empírica, de constructo e de conteúdo);
● Fiabilidade de um teste, fontes de erro, fatores que afetam a fiabilidade, processos de moderação, alfa de Cronbach.

Metodologias:

Trabalho presencial Trabalho autónomo
a) Serão fornecidas orientações para a construção de itens e de testes de avaliação nas quais serão abordados a adequação aos documentos orientadores, à faixa etária dos alunos e ao que se pretende avaliar, a distribuição equilibrada da complexidade cognitiva, e aspetos científicos, pedagógicos, linguísticos e gráficos do teste, dos guiões de avaliação formativa e dos critérios de classificação.
Serão analisados diversos itens e testes de avaliação, por forma a identificar quer o que está bem construído quer o que revela incorreções ou fragilidades, de modo a desenvolver a capacidade de construir boas questões e bons testes de avaliação.
 
c) Os materiais produzidos e aplicados no trabalho autónomo serão apresentados pelos seus autores, assim como os resultados da sua aplicação em sala de aula, e serão discutidos no grupo-turma.
b) Os formandos, em grupo de 2 ou 3 elementos, deverão elaborar um teste de avaliação para um subconjunto das aprendizagens essenciais de um dado ano de escolaridade, e, ainda, os seguintes documentos: matriz,
informação-teste, guião de avaliação formativa, critérios de classificação e grelha de classificação. Esses materiais deverão ser aplicados na sua prática letiva e reformulados, com base na reflexão sobre as
interações que os alunos estabelecem com esses materiais.
 
d) No final, os formandos produzirão, individualmente, uma reflexão crítica sobre os aspetos estruturantes na construção de testes e as boas práticas alcançadas.

Regime de avaliação dos formandos:

Quantitativa: será utilizada a escala de 1 a 10, conforme n.º 5, do artigo 4.º do Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, podendo ser expressa por um número inteiro ou decimal.

Qualitativa: de acordo com o disposto no n.º 6 do artigo 4.º do referido despacho (9 a 10 – Excelente, 8 a 8,9 – Muito Bom, 6,5 a 7,9 – Bom, 5 a 6,4 – Regular, 1 a 4,9 – Insuficiente).

Condições de aprovação: presença num mínimo de 2/3 das horas presenciais da Oficina de Formação

Serão avaliados o envolvimento dos formandos na participação do trabalho individual e em grupo, a elaboração de materiais, a participação nos momentos de discussão coletiva e a reflexão crítica final.

  1. Componente presencial (40%) – 4,0 pontos
    1.1. Participação e envolvimento (20%) – 2,0 pontos
    1.2. Análise, argumentação e autonomia (20%) – 2,0 pontos
  2. Trabalho de grupo e individual (60%) – 6,0 pontos
    2.1. Trabalho autónomo e materiais produzidos (40%) – 4,0 pontos
    2.2. Reflexão crítica (20%) – 2,0 pontos

Calendarização 2026

Presencial (P); Online (O)

O (3 h) P (4 h) O (3 h) P (6 h) O (3 h) P (6 h)
14/01 17/01 21/01 07/02 11/03 21/03
4.ª f sábado 4.ª f sábado 4.ª f sábado
17h30-20h30 09h-13h 17h30-20h30 09h-13h e 14h30-16h30 17h30-20h30 09h-13h e14h30-16h30

As sessões presenciais decorrerão no Instituto Geofísico da Universidade do Porto (IGUP), SERRA DO PILAR (Gaia), que permite estacionamento no local. O IGUP situa-se a 700 m (8 min a pé) da estação do metro Jardim do Morro e a 2,4 km da Estação de Comboios das Devesas (8 min de carro, 30 min a pé).

Nº mínimo de Formandos:  15

Nº máximo de Formandos:  20

A Oficina de Formação só funcionará se o número mínimo de formandos for atingido.

Custos: 50 € para associados;

100 € para não associados.

Inscrições aqui.

0